domingo, 28 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dislexia
O que é?
A dislexia é um distúrbio na leitura afetando a escrita, normalmente detectado a partir da alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura de textos. Seu problema torna-se bastante evidente quando tenta soletrar letras com bastante dificuldade e sem sucesso.
Porém se a criança estiver diante de pais ou professores especialistas a dislexia poderá ser detectada mais precocemente, pois a criança desde pequena já apresenta algumas características que denunciam suas dificuldades, tais como:
- - Demora em aprender a segurar a colher para comer sozinho, a fazer laço no cadarço do sapato, pegar e chutar bola.
- - Atraso na locomoção.
- - Atraso na aquisição da linguagem.
- - Dificuldade na aprendizagem das letras.
A criança dislexa possui inteligência normal ou muitas vezes acima da média. Sua dificuldade consiste em não conseguir identificar símbolos gráficos (letras e/ou números) tendo como conseqüência disso a dificuldade na leitura e escrita.
A dislexia normalmente é hereditária. Estudos mostram que dislexos possuem pelo menos um familiar próximo com dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita.
O distúrbio envolve percepção, memória e análise visual. A área do cérebro responsável por estas funções envolve a região do lobo occipital e parietal.
Características:
- Confusão de letras, sílabas ou palavras que se parecem graficamente: a-o, e-c, f-t, m-n, v-u.
- Inversão de letras com grafia similar: b/p, d/p, d/q, b/q, b/d, n/u, a/e.
- Inversões de sílabas: em/me, sol/los, las/sal, par/pra.
- Adições ou omissões de sons: casa Lê casaco, prato lê pato.
- Ao ler pula linha ou volta para a anterior.
- Soletração defeituosa: lê palavra por palavra, sílaba por sílaba, ou reconhece letras isoladamente sem poder ler.
- Leitura lenta para a idade.
- Ao ler, movem os lábios murmurando.
- Freqüentemente não conseguem orientar-se no espaço sendo incapazes de distinguir direita de esquerda. Isso traz dificuldades para se orientarem com mapas, globos e o próprio ambiente.
- Usa dedos para contar.
- Possui dificuldades em lembrar se seqüências: letras do alfabeto, dias da semana, meses do ano, lê as horas.
- Não consegue lembrar-se de fatos passados como horários, datas, diário escolar.
- Alguns possuem dificuldades de lembrar objetos, nomes, sons, palavras ou mesmo letras.
- Muitos conseguem copiar, mas na escrita espontânea como ditado e ou redações mostra severas complicações.
- Afeta mais meninos que meninas.
O dislexo geralmente demonstra insegurança e baixa auto-estima, sentindo-se triste e culpado. Muitos se recusam a realizar atividades com medo de mostrar os erros e repetir o fracasso. Com isto criam um vínculo negativo com a aprendizagem, podendo apresentar atitude agressiva com professores e colegas.
Antes de atribuir a dificuldade de leitura à dislexia alguns fatores deverão ser descartados, tais como:
- imaturidade para aprendizagem;
- problemas emocionais;
- métodos defeituosos de aprendizagem;
- ausência de cultura;
- incapacidade geral para aprender.
Tratamento e orientações:
- O tratamento deve ser realizado por um especialista ou alguém que tenha noções de ajuda ao dislexo. Deve ser individual e freqüente.
Durante o tratamento deve-se usar material estimulante e interessante. - Ao usar jogos e brinquedos empregar preferencialmente os que contenham letras e palavras.
- Reforçar a aprendizagem visual com o uso de letras em alto relevo, com diferentes texturas e cores. É interessante que ele percorra o contorno das letras com os dedos para que aprenda a diferenciar a forma da letra.
- Deve-se iniciar por leituras muito simples com livros atrativos, aumentando gradativamente conforme seu ritmo.
- Não exigir que faça avaliação de outra língua. Deve-se dar mais importância na superação de sua dificuldade do que na aprendizagem de outra língua.
- O tratamento psicológico não é recomendado a não ser nos casos de graves complicações emocionais.
- Substituir o ensino através do método global (já que não consegue perceber o todo), por um sistema mais fonético.
- Não estimule a competição com colegas nem exija que ele responda no mesmo tempo que os demais.
- Oriente o aluno para que escreva em linhas alternadas, para que tanto ele quanto o professor possa entender o que escreveu e poder corrigi-los.
- Quando a criança não estiver disposta a fazer a lição em um dia ou outro não a force. Procure outras alternativas mais atrativas para que ele se sinta estimulado.
- Nunca critique negativamente seus erros. Procure mostrar onde errou, porque errou e como evitá-los. Mas atenção: não exagere nas inúmeras correções, isso pode desmotivá-lo. Procure mostrar os erros mais relevantes.
- Peça que os pais releiam o diário de classe sem criticá-los por não conseguir fazê-lo, pois a criança pode esquecer o que foi pedido e/ou não conseguir ler as instruções.
A dislexia é um distúrbio na leitura afetando a escrita, normalmente detectado a partir da alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura de textos. Seu problema torna-se bastante evidente quando tenta soletrar letras com bastante dificuldade e sem sucesso.
Porém se a criança estiver diante de pais ou professores especialistas a dislexia poderá ser detectada mais precocemente, pois a criança desde pequena já apresenta algumas características que denunciam suas dificuldades, tais como:
- - Demora em aprender a segurar a colher para comer sozinho, a fazer laço no cadarço do sapato, pegar e chutar bola.
- - Atraso na locomoção.
- - Atraso na aquisição da linguagem.
- - Dificuldade na aprendizagem das letras.
A criança dislexa possui inteligência normal ou muitas vezes acima da média. Sua dificuldade consiste em não conseguir identificar símbolos gráficos (letras e/ou números) tendo como conseqüência disso a dificuldade na leitura e escrita.
A dislexia normalmente é hereditária. Estudos mostram que dislexos possuem pelo menos um familiar próximo com dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita.
O distúrbio envolve percepção, memória e análise visual. A área do cérebro responsável por estas funções envolve a região do lobo occipital e parietal.
Características:
- Confusão de letras, sílabas ou palavras que se parecem graficamente: a-o, e-c, f-t, m-n, v-u.
- Inversão de letras com grafia similar: b/p, d/p, d/q, b/q, b/d, n/u, a/e.
- Inversões de sílabas: em/me, sol/los, las/sal, par/pra.
- Adições ou omissões de sons: casa Lê casaco, prato lê pato.
- Ao ler pula linha ou volta para a anterior.
- Soletração defeituosa: lê palavra por palavra, sílaba por sílaba, ou reconhece letras isoladamente sem poder ler.
- Leitura lenta para a idade.
- Ao ler, movem os lábios murmurando.
- Freqüentemente não conseguem orientar-se no espaço sendo incapazes de distinguir direita de esquerda. Isso traz dificuldades para se orientarem com mapas, globos e o próprio ambiente.
- Usa dedos para contar.
- Possui dificuldades em lembrar se seqüências: letras do alfabeto, dias da semana, meses do ano, lê as horas.
- Não consegue lembrar-se de fatos passados como horários, datas, diário escolar.
- Alguns possuem dificuldades de lembrar objetos, nomes, sons, palavras ou mesmo letras.
- Muitos conseguem copiar, mas na escrita espontânea como ditado e ou redações mostra severas complicações.
- Afeta mais meninos que meninas.
O dislexo geralmente demonstra insegurança e baixa auto-estima, sentindo-se triste e culpado. Muitos se recusam a realizar atividades com medo de mostrar os erros e repetir o fracasso. Com isto criam um vínculo negativo com a aprendizagem, podendo apresentar atitude agressiva com professores e colegas.
Antes de atribuir a dificuldade de leitura à dislexia alguns fatores deverão ser descartados, tais como:
- imaturidade para aprendizagem;
- problemas emocionais;
- métodos defeituosos de aprendizagem;
- ausência de cultura;
- incapacidade geral para aprender.
Tratamento e orientações:
- O tratamento deve ser realizado por um especialista ou alguém que tenha noções de ajuda ao dislexo. Deve ser individual e freqüente.
Durante o tratamento deve-se usar material estimulante e interessante. - Ao usar jogos e brinquedos empregar preferencialmente os que contenham letras e palavras.
- Reforçar a aprendizagem visual com o uso de letras em alto relevo, com diferentes texturas e cores. É interessante que ele percorra o contorno das letras com os dedos para que aprenda a diferenciar a forma da letra.
- Deve-se iniciar por leituras muito simples com livros atrativos, aumentando gradativamente conforme seu ritmo.
- Não exigir que faça avaliação de outra língua. Deve-se dar mais importância na superação de sua dificuldade do que na aprendizagem de outra língua.
- O tratamento psicológico não é recomendado a não ser nos casos de graves complicações emocionais.
- Substituir o ensino através do método global (já que não consegue perceber o todo), por um sistema mais fonético.
- Não estimule a competição com colegas nem exija que ele responda no mesmo tempo que os demais.
- Oriente o aluno para que escreva em linhas alternadas, para que tanto ele quanto o professor possa entender o que escreveu e poder corrigi-los.
- Quando a criança não estiver disposta a fazer a lição em um dia ou outro não a force. Procure outras alternativas mais atrativas para que ele se sinta estimulado.
- Nunca critique negativamente seus erros. Procure mostrar onde errou, porque errou e como evitá-los. Mas atenção: não exagere nas inúmeras correções, isso pode desmotivá-lo. Procure mostrar os erros mais relevantes.
- Peça que os pais releiam o diário de classe sem criticá-los por não conseguir fazê-lo, pois a criança pode esquecer o que foi pedido e/ou não conseguir ler as instruções.
Por Simaia
Sampaio
Bibliografia:
CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. (1989). Dislexia; manual de leitura corretiva. 3ª ed. Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas.
ELLIS, Andrew W. (1995). Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. 2 ed. Tradução de Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas.
JOSÉ, Elisabete da Assunção José & COELHO, Maria Teresa. Problemas de Aprendizagem. 12ª edição, São Paulo: Ática.
Bibliografia:
CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. (1989). Dislexia; manual de leitura corretiva. 3ª ed. Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas.
ELLIS, Andrew W. (1995). Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. 2 ed. Tradução de Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas.
JOSÉ, Elisabete da Assunção José & COELHO, Maria Teresa. Problemas de Aprendizagem. 12ª edição, São Paulo: Ática.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Desenho Infantil
A princípio usavam os desenhos para comunicar-se, expressar opiniões, já que todo o mundo era praticamente iletrado. Os desenhos funcionavam como escrita. Com o tempo, o desenho foi ganhando novas formas, novos traços, e foi-se aperfeiçoando até a realidade atual. O desenho é, portanto, uma representação gráfica de um objeto real ou de uma idéia abstrata.
O desenho e as etapas das crianças
O desenho é quase sempre, a primeira grande obra das crianças. Representa seu primeiro tesouro expressivo, já que através dos desenhos dizem muitas coisas de si mesmas. Pode ser que esta seja a razão pela qual muitos pais estão cada dia mais interessados pelos desenhos que fazem seus filhos. O desenho pode-se converter, em alguns casos, no termômetro do estado de ânimo da criança, já que traduz o que a criança sente, pensa, deseja, o que a deixa inquieta, alegre ou triste.
Cada criança é um mundo, e isso se vê em seus desenhos. Se você pede a um grupo de crianças que desenhe uma casinha de campo, todos os desenhos sairão diferentes. Podem parecer-se em algo, mas jamais serão iguais. Além disso, deve-se considerar que os desenhos também seguem algumas etapas que poderíamos apontar como: - a etapa do realismo fortuito - dos 6 aos 9 anos de idade - a etapa do realismo falhado - dos 9 aos 12 anos de idade - a etapa do realismo intelectual - dos 12 aos 14 anos de idade - a etapa do realismo virtual - a partir dos 14 anos de idade Psicomotricidade
O desenho é uma atividade espontânea e como tal, deve-se respeitá-la e considerá-la como a grande obra das crianças. Se a criança tem vontade de desenhar, anime-a sempre que o faça. O ideal seria que todas as crianças pudessem ter, desde cedo, algum contato com o lápis e o papel. Começarão com rabiscos e logo estarão desenhando formas mais reconhecíveis. Quanto mais a criança desenhar, ela se aperfeiçoará, e mais benefícios se notará no seu desenvolvimento. O desenho facilita e faz evoluir a criança na:
1- psicomotricidade fina2- escrita e a leitura 3- confiança en sí misma 4-exteriorização de suas emoções, sentimentos e sensações 5- comunicação com os demais e consigo mesma 6- criatividade 7- formação da sua personalidade 8- maturidade psicológica
Escrito por Vilma Medina
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Práticas de Ensino com a Escala Cuisenaire:
Práticas ...
A professora Riva
Cusnir, coordenadora da pré-escola do Colégio Max Nordou, da rede particular, do
Rio de Janeiro, utilizou as barrinhas com alunos da pré-escola.
Riva utilizou a teoria
de Jean Piaget, sobre as fases do desenvolvimento infantil, para criar um método
que foi dividido em oito etapas. Cada uma corresponde a um estágio do
conhecimento infantil, e a desenvoltura do grupo é que determina a velocidade
com que se passará de uma fase para outra.
Fase 1:
Acontece o primeiro
contato com as barrinhas, que deve ser uma brincadeira, e apenas o
reconhecimento físico da peças.
Pedir para construir
casinhas, trenzinhos... e discriminar tamanho e cores.
Fase 2:
Reconhecimento das
cores, que é essencial para a compreensão da Escala de Cuisenaire. O avanço
desta percepção pelas crianças, pode ser feita com a ajuda de jogos.
Fase 3:
Depois que as crianças
já estão familiarizadas com as cores e tamanhos do material, é hora de comparar
os tamanhos das barrinhas. Escolhe-se uma barrinha e pede-se à criança que
procure outras duas que juntas, tenham o mesmo tamanho da primeira.
Fase 4:
Começa a associar os
números às cores e aos tamanhos.
Fase 5:
Aprende a adição.
Indica-se uma barrinha qualquer e os alunos tem de combiná-las com outras até
obter o mesmo comprimento, ou seja, o mesmo tamanho.
Fase 6:
Aprende a subtração.
Pode-se usar a tábua da decomposição em que um número, é decomposta em várias
combinações possíveis colocadas lado a lado.
Fase 7 e 8:
Ao estudar
a multiplicação e a divisão, incluindo frações (fase 7), e as equações
com incógnitas (fase 8), os alunos já terão chegado a um ponto em que o material
será útil para conferir seu raciocínio. São assuntos para terceira e quarta
séries, quando as crianças começam a desenvolver o raciocínio de forma mais
abstrata.
Também no
cálculo d equações com incógnitas o aluno poderá empregar as barrinhas, já que
para resolvê-las fará contas de subtração, adição, multiplicação e
divisão.
(...)
Fonte: artigo " O
arco-íris de fazer contas", de autoria de Ricardo Falzetta, que pode ser lido na
íntegra aqui.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Atividades Diagnósticas.
Todo início de ano, é recomendável fazer a avaliação diagnóstica de seus alunos. Somente a partir dela será possível definir quais competências deverão ser desenvolvidas durante o ano e qual o conteúdo necessário para isso.
Fazê-la significa descobrir quais conhecimentos seus alunos trazem dos anos anteriores, como utilizam essas informações no dia-a-dia, o que cada um consegue fazer sozinho e em que casos necessitam de ajuda.
A avaliação pode ser feita com atividades específicas aplicadas nos primeiros dias de aula.
Selecionamos algumas atividades diagnósticas para sua reflexão que poderão ser modificadas, ampliadas e adaptadas às suas necessidades.
A avaliação diagnóstica é um instrumento de investigação do professor, em relação à aprendizagem do aluno, para analisar o que este já sabe e o que precisa ainda saber, e o que ele faz sozinho e o que faz com ajuda (de um par ou do professor).
A avaliação é um dos elementos do Plano de Ensino do professor. Por isso, deve sempre estar de acordo com os objetivos e conteúdos estabelecidos para cada classe/série/agrupamento de alunos.
Quando avaliamos, observamos o desempenho dos alunos como um todo, para que com os dados observados possamos interferir no desenvolvimento da aprendizagem dos alunos com estratégias adequadas a cada um dos problemas detectados.
Assim, sugerimos a seguir alguns aspectos importantes a serem observados:
1- Sugestão de avaliação das atitudes dos alunos esperadas nas várias áreas curriculares:
• O aluno participa ativamente dos trabalhos em grupo?
• O aluno ajuda outros nas resoluções dos problemas?
• O aluno contesta aspectos com os quais não concorda?
• O aluno procura resolver problemas por seus próprios meios?
• O aluno procura ajuda com outras pessoas?
• O aluno procura ajuda em outros materiais?
• O aluno usa estratégias convencionais na resolução de problemas?
• O aluno usa estratégias criativas de resolução de problemas?
• O aluno justifica suas respostas?
• O aluno registra e socializa seus conhecimentos?
2. Avaliação de Língua Portuguesa em suas subáreas:
Linguagem oral
Habilidades gerais do aluno como falante:
• Expõe suas idéias e seus conhecimentos?
• Formula perguntas e respostas com clareza?
• Explica e defende seus pontos de vista?
• Expõe suas dúvidas?
• Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
• Gosta de ler textos em voz alta para os outros?
Habilidades gerais do aluno como ouvinte:
• Sabe sua hora de falar e de ouvir?
• Ouve a fala alheia?
• Tem concentração em quem fala?
• Percebe e explicita a finalidade da fala alheia?
• Gosta de ouvir textos lidos ou contados por outros?
Linguagem escrita
Habilidades gerais do aluno como leitor de textos diversos:
• Usa estratégia de antecipação por meio do portador/suporte de texto, do título, do autor, do gênero, da ilustração?
• Usa estratégia de inferência, levando em conta o contexto?
• Socializa sua leitura por iniciativa própria?
• Socializa sua leitura por solicitação de outros?
• Percebe a intencionalidade do autor?
• Lê em voz alta com fluência (depois de ter compreendido o texto)?
• Socializa quais tipos de texto gosta de ler?
Habilidades gerais do aluno como produtor de textos diversos (ficcionais e não-ficcionais):
• Relaciona a produção com a situação: finalidades do autor, gênero e interlocutor?
• Faz da produção um processo de trabalho no qual estão presentes várias etapas e suas versões do texto?
• Atende à modalidade textual solicitada, elaborando diversos tipos de texto de acordo com sua função social?
• Desenvolve o tema proposto, mantendo a coerência textual e usando recursos coesivos?
• Segmenta o texto de acordo com sua especificidade?
• Tem domínio relativo da ortografia, da acentuação e da pontuação?
• Fundamenta suas opiniões e respostas?
Aspectos a ser avaliados quanto à capacidade de leitura:
O aluno sabe:
• Localizar informação no texto?
• Inferir uma afirmação que não está dita no texto de forma explícita?
• Diferenciar textos por meio da identificação das características próprias de cada gênero textual?
Aspectos a ser avaliados quanto à produção de textos:
O aluno sabe:
• Elaborar ou parafrasear uma fábula?
• Distinguir narrador de personagem?
• Caracterizar as personagens e o ambiente?
• Empregar esquemas temporais básicos?
• Usar os recursos gráficos do discurso direto e outras pontuações básicas?
• Segmentar o texto em parágrafos?
• Usar os elementos coesivos (nexos e pontuação)?
• Empregar mecanismos básicos de concordância nominal e verbal?
Fonte: www.eaprender.com.br – Assessoria Pedagógica IBEP
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